do Núcleo Mário Covas, do turno matutino, fizeram uma visita à Quinta Portuguesa,
entidade Criada em 1982, considerada como um grande marcos na história da Real
Sociedade Portuguesa de Beneficência Dezesseis de etembro, Instituição mantenedora
do Hospital Português da Bahia e do Centro Médico Hospital Português.
A Quinta Portuguesa está localizada no Km 4,5m da rodovia Aeroporto/CIA, a apenas 5minutos do Aeroporto de Salvador numa colina. Mas por ter uma grande extensão (400mil metros quadrados), a Quinta Portuguesa também possui um acesso pelo final de
linha de Itinga.
A estrutura da Quinta conta com 41 apartamentos duplos, piscinas, bibliotecas, centro de
convenções, vasto coqueiral, capela, quiosque com churrasqueira, dois restaurantes,
além de áreas recreativas contempladas especialmente por um belíssimo campo de
futebol, totalmente gramado, localizado ao lado de um riacho de águas claras.
Na entidade funciona uma fábrica de louça Faiança, tipo de cerâmica portuguesa
tradicional que é vista como sendo um patrimônio cultural de Portugal, por sua raridade.
A Cerâmica Faiança foi difundida na Europa pelos portugueses e é considerada uma
arte verdadeiramente valiosa e rara.
O grupo de alunos foi recepcionado pelo Sr. Pedro Menezes, administrador da Quinta
Portuguesa. Na oportunidade, o Sr Pedro falou aos alunos um pouco da história do
local, do seu patrono fundador, falou ainda do grande valor cultural das peças de arte e
telas expostas no saguão e nas demais dependências da Quinta. Tudo isso feito com
grande entusiasmo ante os alunos ali presentes.
Era flagrante o entusiasmo com que os meninos admiravam as pinturas e peças de arte,
especialmente uma réplica em tamanho reduzido, de uma caravela portuguesa. Eles
ficaram encantados com os detalhes observados.
Num segundo momento, fomos autorizados pelo Sr Pedro a caminharmos pela área
externa da Quinta e de pronto iniciamos o passeio e aí começaram as grandes
descobertas.
Existe na quinta, uma estrada asfaltada, que contorna toda a propriedade. Iniciamos o
passeio pelo lado esquerdo, numa ladeira suave. Depois de 10 minutos de caminhada
entre árvores e cantos de pássaros, avistamos um maravilhoso campo de futebol, coberto
de grama verdinha, verdinha. A felicidade dos meninos estava à flor da pele. A alegria
era tamanha que muitos gritavam e pulavam gramado adentro. Para a maioria ali, era a
primeira vez que pisavam num campo de verdade. Que Maravilha para eles! Que
maravilha para mim, que pude contemplar tão raro acontecimento.
É claro que logo trataram de organizarem um baba.
No nosso trato lá com o Sr. Pedro, o administrador, não constava que os meninos iriam poder jogar bola naquele campo.
Mas, sinceramente, diante daquela avalanche de felicidade, não ousei dizer não para
àqueles garotos. E o baba rolou sim... E até eu participei, juntamente com o meu
monitor, o comprometido Ubiraci. Foi demais.
Jogamos por cerca de trinta minutos e continuamos o passeio pela Quinta, descobrindo
mais maravilhas. E logo de cara, deparamo-nos com uma ponte de madeira que estava
disposta por sobre um riacho. Do lado oposto, um enorme jardim esperava por nós.
Atravessamos a ponte e vislumbramos uma capela ao ar livre. Linda!
Próxima à capela, havia uma barragem com uma queda d’água canalizada, que fazia
girar uma moenda de madeira, uma dessas rodas que a gente costuma ver em filmes.
Encantador.
Os meninos não continham mais tanta felicidade. E eram muitos os comentários que
faziam acerca do que estavam vivenciando. O mais interessante, foi o de que “esse
passeio foi o melhor que já fizemos até hoje no Segundo Tempo”.
Ao final da visita, organizei um grupo de cinco alunos para agradecer ao Sr. Pedro, por
ter possibilitado aqueles momentos de tamanha importância para eles. E assim foi feito.
O administrador disse estar feliz e honrado com a visita e fez um convite para uma
outra.
Na saída, os alunos ainda interagiram com alguns dos idosos que moram na Quinta. Um
deles, o Sr. Antonio, um português de 95 anos, fez questão de levar alguns alunos até o
seu quarto, para mostrar um quadro com a imagem de Jesus Cristo. Logo em seguida,
ainda mostrou a capela aos garotos.
Combinei com os meninos de voltarmos à Quinta com um presente para o Sr Pedro.
Perguntei sobre qual time ele torce e descobri que é para o Vitória. Estou pensando em
comprar uma camisa do time para que os meninos entreguem ao amigo Pedro.
Mas, sinceramente, diante daquela avalanche de felicidade, não ousei dizer não para
àqueles garotos. E o baba rolou sim... E até eu participei, juntamente com o meu
monitor, o comprometido Ubiraci. Foi demais.
Jogamos por cerca de trinta minutos e continuamos o passeio pela Quinta, descobrindo
mais maravilhas. E logo de cara, deparamo-nos com uma ponte de madeira que estava
disposta por sobre um riacho. Do lado oposto, um enorme jardim esperava por nós.
Atravessamos a ponte e vislumbramos uma capela ao ar livre. Linda!
Próxima à capela, havia uma barragem com uma queda d’água canalizada, que fazia
girar uma moenda de madeira, uma dessas rodas que a gente costuma ver em filmes.
Encantador.
Os meninos não continham mais tanta felicidade. E eram muitos os comentários que
faziam acerca do que estavam vivenciando. O mais interessante, foi o de que “esse
passeio foi o melhor que já fizemos até hoje no Segundo Tempo”.
Ao final da visita, organizei um grupo de cinco alunos para agradecer ao Sr. Pedro, por
ter possibilitado aqueles momentos de tamanha importância para eles. E assim foi feito.
O administrador disse estar feliz e honrado com a visita e fez um convite para uma
outra.
Na saída, os alunos ainda interagiram com alguns dos idosos que moram na Quinta. Um
deles, o Sr. Antonio, um português de 95 anos, fez questão de levar alguns alunos até o
seu quarto, para mostrar um quadro com a imagem de Jesus Cristo. Logo em seguida,
ainda mostrou a capela aos garotos.
Combinei com os meninos de voltarmos à Quinta com um presente para o Sr Pedro.
Perguntei sobre qual time ele torce e descobri que é para o Vitória. Estou pensando em
comprar uma camisa do time para que os meninos entreguem ao amigo Pedro.
Lauro de Freitas, 10 de junho de 2011.
Antonio Costa Silva
Foi um dos momentos mais emocionantes que pude viver, durante esse tempo no Programa Segundo Tempo. Eu não esperava tamanha repercussão positiva por parte dos meninos.
ResponderExcluirJá estamos programando a próxima visita.
Aguardem!!!
ANTONIO COSTA, Coordenador Mário Covas-Matutino